Abril 12, 2024
Ouça a Rádio Arca aqui!

Vídeo vazado de ‘pastor do Lula’ expõe plano de dominação petista das igrejas Featured

Vídeo vazado de ‘pastor do Lula’ expõe plano de dominação petista das igrejas Cegonha (Foto: Reprodução/Canva)

 

Uma das figuras mais controversas que surgiram para o cenário evangélico nacional durante as eleições deste ano, o pastor Paulo Marcelo Schallenberger, conhecido como o “pastor do Lula”, foi gravado sugerindo uma estratégia para dominar as igrejas evangélicas.

A ideia do “pastor do Lula” é usar a máquina pública estatal para injetar dinheiro em programas sociais que beneficiem igrejas, para num segundo momento, convencer essas lideranças religiosas a adotarem um discurso ideológico favorável ao PT.

“Vamos dar para ela [igrejas evangélicas] políticas públicas. E o que isso vai trazer para o presidente Lula e para o governo da esquerda, para nós todos? Nós não seremos mais reféns de Malafaia e de Macedo”, introduz Paulo Marcelo.

A pretensão é grande: “Nós vamos ter metade das igrejas evangélicas do Brasil alcançadas por políticas públicas. E através disso fazer com que elas também conheçam uma palavra de libertação da mentira do fascismo”, garante, usando o rótulo que se tornou obrigatório entre militantes de esquerda para se referir a quem rejeita sua ideologia.

A deturpação da missão das igrejas evangélicas começa, segundo o plano de Paulo Marcelo, pela formação de novos pastores alinhados com a pauta do progressismo: “Como? Criando escolas progressistas de pastores em todo o Brasil. Não tem as escolas que eles fazem, levam os pastores lá? São Paulo, Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro. Fazemos nas cidades. Começa por cidades, depois vai para a região e depois o estado. ‘Primeira escola de teologia e tal, tal, tal’. Às vezes evitar de usar o nome progressista, traz primeiro os pastores, para depois falar a mensagem que precisa se falar, porque qualquer frase assusta”, diz o militante de esquerda.

Paulo Marcelo é figura controversa no meio evangélico há anos. Em 2020, mesmo com o apoio à época do pastor Marco Feliciano à sua candidatura à Câmara Municipal de São Paulo pelo Podemos, ele obteve apenas 4.486 votos e não foi eleito.

Anos antes, quando era conferencista convidado do Congresso Gideões Missionários da Última Hora, o pastor foi preso por posse ilegal de arma, munições e drogas. Na ocasião, alegou que os itens pertenciam a um segurança particular que havia contratado para proteger sua família.

 

.Credito: Gospel+

 

Rate this item
(0 votes)
Last modified on Segunda, 14 Novembro 2022 06:37